São cerca de 360 mil pessoas beneficiadas diretamente pelos investimentos em infraestrutura realizados nos três primeiros anos da concessão

Até o fim do ano, quando a Energisa encerra a primeira etapa do plano de transformação da infraestrutura de energia que desenvolveu para Rondônia, 90 mil famílias estarão utilizando energia mais limpa, fornecida pelo Sistema Interligado Nacional (SIN). Elas deixarão de ser abastecidas pelas poluentes e barulhentas usinas térmicas a diesel. Passarão a receber a mesma eletricidade que atende a maioria dos brasileiros com segurança e qualidade. Na prática, sofrerão menos com oscilações da tensão e terão mais possibilidade de expansão na oferta de energia.  

A integração ao SIN é parte do pacote de R$ 1,7 bilhão em investimentos da Energisa nos três primeiros anos de operação da empresa no estado.  Para isso, a empresa projetou a construção de 18 novas subestações de energia até 2022. São elas que possibilitam levar a energia em alta tensão gerada por hidrelétricas, térmicas, usinas solares e eólicas em todo o país para as redes de média e baixa tensão locais, que chega até a casa dos clientes. Com as redes locais ligadas nesse sistema, já foi possível desligar quatro usinas a diesel, outras oito serão desligadas até o fim do ano e mais uma em 2022.  

Fabrício Sampaio, diretor técnico da Energisa em Rondônia, lembra que, diferentemente das usinas a diesel, que operam isoladas, sem nenhum sistema de backup (redundância), o SIN é programado para dar a maior segurança possível ao cliente. “Isso proporciona mais qualidade e segurança na eletricidade que abastece a população e os grandes e pequenos empreendimentos no estado”, explicou.   

Empreendedores relatam resultados de troca da energia das usinas pelo SIN na BR 429