IPCC, entidade ligada à ONU, aponta que é preciso descarbonizar a economia o quanto antes. Energisa já está nesse caminho 

Um relatório divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), entidade ligada à ONU que estuda o aquecimento global, trouxe dados alarmantes.  Desde o início da era moderna, o mundo aqueceu cerca de 1oC, em grande parte em função da ação humana. 

O número é preocupante pois a ciência aponta que o limite seguro de aquecimento global é de 1,5o. A partir desse patamar, o risco de mudanças permanentes nos ecossistemas aumenta consideravelmente. As chances dessa barreira ser ultrapassada em algum dos próximos cinco anos é de 40%. 

Evitar essa catástrofe ambiental depende de uma articulação entre sociedade civil e governos para zerar as emissões de gases de efeito estufa, os grandes responsáveis pelo aquecimento. Segundo o relatório, para manter o aumento da temperatura abaixo de 1,5oC é preciso chegar à neutralidade em carbono o mais rápido possível e, no máximo, até 2050. 

O setor de energia tem um papel central nesse processo. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), apenas o segmento de eletricidade emite, por ano, mais de 13 bilhões de toneladas de gases de efeito estufa, e esse número cresceu 60% desde 1992. 

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As energias renováveis são a chave

Para zerar as emissões do setor até 2050, diz a IEA, será preciso investir mais de 4 trilhões de dólares em energia limpa, como eólica e solar, nas próximas décadas. “Isso irá criar milhões de empregos e impulsionar a economia global”, afirma a agência, em um estudo sobre o tema. 

Atenta a esse movimento, a Energisa vem investindo em energias renováveis. O Grupo passou a atuar na produção de energia solar em 2019, com a aquisição da Alsol. A empresa, hoje presente em 12 estados, adota o conceito de “energia 4.0”: só trabalha com fontes renováveis de energia, que podem ser aplicadas de forma combinada ou isoladamente, de acordo com o projeto. O modelo permite oferecer aos clientes a garantia total de fornecimento, viabilizando a redução de custos com energia elétrica.

A Alsol prevê construir ao longo de 2021 um total de 15 novos parques de geração de energia solar, chegando ao final do ano com uma capacidade de 73 megawatts hora (MWh) no pico – o suficiente para abastecer por volta de 70 mil residências. Para tirar os projetos do papel, serão investidos 173 milhões de reais. Segundo projeção da companhia, 14 usinas serão instaladas em Minas Gerais e uma no Rio de Janeiro. 

Saiba mais sobre a atuação sustentável da Energisa em matéria com o presidente Ricardo Botelho